Presidente da República participa no Sub-Fórum “A Conectividade de Povo para Povo”

Data: 26/04/2019
 
远景

Maputo, 26 de Abril de 2019 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, participou ontem dia 26 de Abril, no Sub-Fórum “A Conectividade de Povo para Povo” , organizado pelo Partido Comunista Chinês (PCCh), no qual estiveram presentes vários Chefes de Estado e de Governo.

Intervindo na ocasião, o Chefe do Estado disse que a participação na sessão com o tema: “A Conectividade de Povo para Povo”, visa capitalizar o evento para uma aprendizagem mútua uns dos outros, e colher a rica experiência da China e dos países irmãos, na construção do progresso e bem-estar dos nossos povos.

“Entendemos que o tema que nos é proposto “A conectividade de povo para povo” vem conferir mais substância à Iniciativa do Cinturão e Rota porque procura promover maior cooperação e intercâmbio entre os povos envolvidos, por isso é um verdadeiro hino à nossa história”, disse o estadista moçambicano.

Falando da Iniciativa “Cinturão e Rota”, o estadista disse que para alguns, a Iniciativa Cinturão e Rota lançada pelo Presidente Xi Jinping   é considerada como uma ideia dissociada do passado e  que visa uma política económica expansionista através do desenvolvimento de infra-estruturas.

“A iniciativa “Cinturão e Rota” remete-nos ao passado conceito de rota da seda, onde os valores de solidariedade, de paz, abertura, inclusão, respeito mútuo e cooperação, caracterizavam as relações entre as nações, portanto, a iniciativa do Cinturão e Rota deve ser vista como um desejo renovado de intercâmbio económico entre as Nações, Regiões e Povos”, defendeu.

Segundo o Presidente Nyusi, esta iniciativa visa resgatar a história da cooperação entre os povos, dando exemplo de Moçambique e China, que, há muito que se encontraram e vêm forjando uma relação de convivência harmoniosa, assente, inicialmente, nas trocas comerciais de produtos diversos como a seda, porcelana, missangas, ouro, marfim, entre outros, numa situação de respeito mútuo e negócios mutuamente benéficos.

“Para testemunhar esses intercâmbios que tiveram o condão de tecer relações interculturais e ligações de confiança de povo para povo, a título ilustrativo, vimos a formação das comunidades sino-moçambicanas por volta de 1858, com a chegada à Ilha de Moçambique, sob dominação estrangeira , do primeiro grupo de 30 chineses”, disse o Presidente Nyusi.

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