“O País está a ganhar e a qualidade de vida vai melhorar” – Presidente Nyusi

Data: 12/04/2018
 
Descerramento da Lápide Mina

Maputo, 12 de Abril de 2018 - O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, inaugurou hoje a mina de grafite de Balama, na província de Cabo Delgado, onde realiza-se, desde hoje, uma Visita Presidencial.

Falando na cerimónia de inauguração, o Chefe do Estado disse, dirigindo-se aos trabalhadores, gestores e população em geral que acorreram à cerimónia,
que o país está a ganhar com o funcionamento da mina, e a qualidade de vida da população vai melhorar.

O Presidente Nyusi acrescentou que a entrada em funcionamento do empreendimento enquadra-se na visão estratégica do governo moçambicano que visa a industrialização do país.

O estadista realçou que a mina entra em acção numa altura em que a economia nacional enfrenta desafios e reafirmou que o governo vai continuar a incentivar a construção de infra-estruturas de modo a reduzir custos operacionais, promover o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida dos moçambicanos.

O Presidente Nyusi destacou que a entrada em actividade da unidade de exploração e processamento, coloca Moçambique no mapa dos maiores produtores de grafite, à semelhança de países como China e Brasil.

O Projecto, com com um investimento estruturante de cerca de 250 milhões de dólares, vai contribuir significativamente para a economia nacional e na melhoria das condições de vida da população. Trata-se de um projecto de impacto nacional e internacional.

O Presidente da República apelou aos gestores para aprimorarem as actividades de formação e de relacionamento com os trabalhadores e exortou a população a colaborar no sucesso deste projecto de dimensão mundial.

A mina, à céu aberto, vem operando desde Novembro do ano passado. A produção desta unidade explorada pela multinacional australiana Syrah destina-se a exportação para os mercados europeu, americano e asiático.

Na sua fase de construção, a mina empregou 2.300 trabalhadores. Actualmente, que está na fase inicial de exploração, emprega 650 trabalhadores, 90 por cento dos quais moçambicanos, e destes 60 por cento são recrutados localmente.

 No âmbito da responsabilidade social, além de oferecer postos de trabalho, a mina construiu um centro de formação profissional que administra cursos técnico-profissionais em benefício das comunidades. Os melhores qualificados são integrados no processo produtivo, de acordo com as necessidades da mina, considerada a melhor do mundo, com uma reserva de 114 milhões de toneladas.

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