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“Temos de continuar a existir como um Estado seguro e com a sua integridade intacta” – Presidente da República

Maputo, 23 de Novembro de 2017 - O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, afirmou, durante a sua intervenção na abertura do XVIII Conselho Coordenador do Ministério da Defesa Nacional, que se realiza sob o lema “Projectando a Unidade Nacional, Paz Efectiva e Desenvolvimento Sustentável”, que o Estado moçambicano tem de continuar a existir como um Estado seguro e com a sua integridade intacta.

“As Forças Armadas de Defesa de Moçambique são o pilar do Estado moçambicano. A ela está a nobre missão da defender a soberania, a integridade territorial, assim como garantir a segurança dos cidadãos contra qualquer ameaça”, disse.

Para o Chefe do Estado, a actual conjuntura internacional, marcada por conflitos internos em África e conflitos tribais, constitui uma das algumas ameaças contra a paz e segurança de qualquer país da região.

“A réplica dos conflitos internos em África e no mundo, os conflitos de fundamentação tribal, racial e religiosa, os tráficos fronteiriços de todo o tipo e o terrorismo internacional constituem hoje uma de algumas ameaças a paz a segurança e boa governação da região”, afirmou o Presidente Nyusi.

O Presidente da República afirmou também que as Forças de Defesa e Segurança têm um papel preponderante no que diz respeito à gestão, prevenção e mitigação de conflitos, pois são o pilar do Estado moçambicano, devendo proteger a soberania e garantir segurança aos moçambicanos contra qualquer ameaça.

“As Forças de Defesa e Segurança precisam de ser, permanentemente, renovadas para que não se encontrem congestionamento no momento que precisarem. Temos de continuar a existir como um Estado seguro e com a sua integridade intacta”, anotou o estadista, enfatizando a necessidade de se aprofundarem aspectos sobre eventuais fragilidades e encontrar prontidão para resolução de quaisquer ameaças.

“Esperamos que as Forças de Defesa e Segurança sejam mais eficientes na sua forma de actuação, adoptando uma postura proactiva e mais produtiva”, disse.