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Presidente da República anuncia retirada das FDS de algumas posições em Gorongosa


Maputo, 25 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, anunciou hoje, a retirada das Forças de Defesa e Segurança de algumas posições que ocuparam nos últimos anos na região de Gorongosa na Província de Sofala.

Trata-se das posições de Nhantaca, Mucotsa, Nhancunga, Mapanga Panga, Namadgiwa, Nhauchenge, Lourenço e Nhariosa, que foram acordadas com a Renamo no âmbito do diálogo político em curso no país, com o intuito de restabelecer a Paz no país.

O Chefe do Estado falava na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo, depois de depositar uma coroa de flores por ocasião das festividades do 42º aniversário da Independência Nacional que hoje se assinala, acrescentando que a cultura de paz se mantém como premissa para a consolidação da nação moçambicana e garantia do seu desenvolvimento.

“Por isso, queremos, perante todos os moçambicanos, renovar o compromisso de continuar a fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que os desígnios da paz, unidade e reconciliação sejam uma realidade”, disse o estadista moçambicano, reiterando a defesa do espírito de tolerância entre os cidadãos, e repúdio a todas as formas de descriminação e todas as práticas que perigam a paz e a fraternidade.

Segundo o Chefe de Estado, todas as acções são e foram confirmadas pela equipa conjunta de monitoria e verificação do processo em curso, tendo acrescentado que o diálogo com a Renamo continua através das Comissões de Descentralização e dos Assuntos Militares, que consensualmente acordaram vários assuntos dentre os quais a agenda de trabalhos, o mecanismo de monitoria e verificação da trégua, esta que também já entrou em funcionamento.

O estadista moçambicano disse, por outro lado, estar em curso a preparação das propostas dos documentos legais relativos a descentralização e, para o efeito, as comissões procuram soluções comensuráveis com a realidade que confortem a todos os moçambicanos e todos os que investem e residem no país.

Nyusi disse que o país está independente há 42 anos depois de uma luta tenaz de 10 anos conduzida pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que, com sacrifício e valentia dos seus filhos, a conquistaram e, por conseguinte, a liberdade de escolher o seu próprio destino.

“O sangue derramado solidifica a nação que nenhum tirano voltará a escravizar e os 42 anos de independência se alicerçam nos actos de cada concidadão, num ano em que decidiu resgatar a agricultura como ferramenta para alcançar o orgulho, segurança alimentar e nutricional assim como a geração de renda”, disse o Presidente Nyusi.

Presidente da República presta homenagem aos Heróis moçambicanos

Havana (Cuba), 16 de Junho de 2017 - O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, prestou homenagem através da deposição de uma coroa de flores no memorial Jose Marti, em Havana, a Eduardo Mondlane, fundador e primeiro presidente da Frelimo, e Samora Machel, primeiro presidente de Moçambique independente, cujos bustos estão patentes naquela praça, juntamente com de outros líderes africanos.

A cerimónia em referência, teve lugar no quadro da visita oficial que Nyusi efectua ate Domingo a este país latino americano, e é organizada pelo Instituto para África.

Falando à imprensa logo após o acto, o Chefe do Estado reconheceu a importância das relações, de há longa data, estabelecidas entre Moçambique e Cuba, defendendo a sua continua revitalização.

“Estamos para a homenagear aqueles que tiveram a visão de libertar a África e libertar Cuba. Estamos aqui para reiterar as nossas relações de amizade e dizer: vamos cada vez mais reforçar”, frisou.

O estadista moçambicano, que chegou a Cuba na noite de quinta-feira (madrugada em Maputo) ido de Washington, EUA, onde efectuou uma visita de trabalho de três dias, recordou que Moçambique e Cuba lutaram juntos pela libertação e, hoje, estão juntos na luta pelo desenvolvimento e prosperidade para os seus povos.

“Moçambique e Cuba continuem juntos, como estiveram no passado”, reiterou Nyusi, para quem a visita a Cuba visa, essencialmente, manifestar esta vontade e comprometimento de revitalização das relações de amizade e cooperação entre os dois países e povos.

Na ocasião, agradeceu o Instituto para África por ter organizado a cerimónia, num dia em que se celebra o Dia da Criança Africana.

“Estão aqui representados aqueles que trabalharam para o futuro das crianças e, nós, estamos para reafirmar que o trabalho que fizeram, a visão que tiveram, não foi em vão”, afirmou Nyusi, numa referência aos heróis africanos, cujas estátuas estão patentes naquela praça.

Coincidentemente, em Moçambique celebra-se, também, o Dia da Moeda, o Metical. “Quero usar esta oportunidade para enaltecer essa moçambicanidade por ter moeda própria”, frisou.

Nyusi disse que, ainda hoje, o país recorda os mártires de Mueda, que tombaram para a libertação de Moçambique, a quem prestou homenagem.

Antes desta cerimónia, Nyusi visitou o Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia, uma instituição vocacionada na investigação em saúde, bem como na produção e comercialização de medicamentos.

Aliás, a investigação centra-se em áreas como vacinas, medicamentos, diagnósticos e biotecnologia animal e vegetal.

Presidente da República endereça mensagem de condolências ao povo tswana

Maputo, 24 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, endereçou uma mensagem de condolências ao povo do Botswana, na sequência da morte de Ketumile Masire, antigo presidente daquele país. “Em nome do povo, do governo de Moçambique e em meu próprio, transmito, através de vossa excelência, ao povo do Botswana e à família enlutada as nossas mais sentidas condolências”, disse o Chefe do Estado na sua mensagem.


A morte do presidente Masire, segundo o Presidente Nyusi, constitui uma perda irreparável, não só para a sua família e povo tswana, mas também para o povo moçambicano e toda Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), bem como para os africanos e povos amantes da paz do mundo.

O Presidente Masire foi um verdadeiro amigo de Moçambique e o seu papel no aprofundamento das relações de amizade, solidariedade e cooperação bilateral não podia passar despercebido para o seu povo.

O estadista moçambicano descreve Masire como um seguidor fiel dos fundadores dos países da SADC, apontando, a título de exemplo, o presidente Seretse Khama e o presidente Samora Machel que teceram fortes laços entre os dois países. “O presidente Masire foi fundamental na prestação do tão necessário apoio solidário, em momentos tortuosos da trajectória de construção da nação em Moçambique, sobretudo quando o nosso país esteve profundamente afectado por um conflito armado”, refere a mensagem do Presidente.


O comunicado da Presidência da República apontou a desestabilização política dirigida pelos regimes minoritários da antiga Rodésia do Sul e da África do Sul do apartheid, e o facto de quando os protagonistas do processo de paz em Moçambique vacilavam, foi o presidente Masire que estendeu a mão para ajudar. Mais uma vez quando a paz moçambicana foi testada nos últimos dois anos, na sequência da discórdia suscitada pelos resultados das eleições de 2014, no país e, mediante convite para facilitar o diálogo entre o Governo e a Renamo, o Presidente Masire mostrou-se prontamente disponível a prestar a sua ajuda.

O legado e o empenho do presidente Masire para com o processo de integração política e socioeconómica da SADC, onde desempenhou um papel transcendental em várias qualidades, seja como Chefe de Estado e de governo de um país membro, quer como presidente, ou ainda como facilitador, pode encher volumes de páginas.

A vida e obra de Masire permanecerão indeléveis nos anais da história do Botswana, de Moçambique, da África Austral e de todo o continente africano. Ao prestar reconhecimento a este grande estadista, os pensamentos dos moçambicanos estão com a família Masire e com o povo do Botswana.

Leia na íntegra a mensagem do Chefe de Estado

Presidente da República participa na 11ª Cimeira Bienal de Negócios EUA/África

Washington DC, 14 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, participou hoje na abertura da 11ª Cimeira Bienal de Negócios EUA/África, havida esta quarta-feira, em Washington DC e que juntou mais de 700 participantes entre governantes, agentes económicos e instituições financeiras de todos os quadrantes do mundo.


Durante a sua intervenção, o Chefe do Estado afirmou que Moçambique manifesta sinais claros de estar a ultrapassar os obstáculos que vinha enfrentando nos últimos tempos, vincando que o país está de volta rumo ao crescimento económico e desenvolvimento.

“Hoje vimos dizer: Moçambique está de volta como país de economia próspera. Está de volta não apenas porque se observa a descoberta de jazigos de recursos naturais de grande valor económico a nível, como o gás natural, o carvão, entre outros, cuja exploração conta com a presença de empresas norte-americana”, disse.

Segundo Nyusi, as oportunidades também abrangem os sectores de produção e distribuição de energia eléctrica, infra-estruturas, produção e venda de bens industriais e de consumo, extensas terras aráveis para o desenvolvimento da agricultura, e muitas outras.

“Por isso, Moçambique está de volta para transformar em riqueza as inúmeras potencialidades e possibilidades de negócio que oferece”, realçou o estadista moçambicano, convidando o empresariado norte-americano a investir nas diversas áreas que o país oferece, incluindo a indústria transformadora, turismo e hotelaria, transportes e comunicações e serviços.

Sobre as grandes realizações em curso no país, Nyusi informou que foi lançado oficialmente, ainda este mês, em Maputo, o projecto de produção de gás natural liquefeito, através de uma plataforma flutuante, a ser instalada no alto-mar, no quadro do Coral Sul da Bacia do Rovuma, um investimento que atraiu 15 bancos e cinco agências de crédito e de exportações.

Trata-se de um grande voto de confiança por Moçambique e pelo nosso governo. Daí a nossa afirmação: de Moçambique está de volta, os investimentos estrangeiros estão seguros”, reiterou.

Reconheceu, porém, que Moçambique enfrenta desafios resultantes da crise económica, mas que é possível superá-los com o restabelecimento de uma paz efectiva e estabilidade política, processo no qual o país conta com o apoio de todos os amigos, em particular dos EUA.

Para o efeito, Nyusi disse nutrir uma esperança de que a visita que vem efectuando aos EUA poderá contribuir para passos qualitativos rumo a superação desses desafios, pois constituem um entrave não só para a prosperidade como também para a viabilidade dos projectos de investimento de Moçambique, incluindo norte-americanos, sendo necessário uma acção comum.

“O povo moçambicano e a comunidade empresarial mundial aguardam com muita expectativa a evolução dos projectos de exploração de hidrocarbonetos na bacia do Rovuma, em particular do gás natural” anotou o Presidente da República.

Recordou que os EUA marcam presença neste sector como parceiro estratégico, acreditando-se que o investimento americano poderá tornar Moçambique como um dos maiores produtores de gás natural no mundo, tanto a montante como em toda a sua cadeia de valor.

“Para além das relações económicas e empresariais, gostaríamos de destacar nesta cimeira a assistência do governo americano no nosso desenvolvimento através de projectos específicos de desenvolvimento”, afirmou Nyusi, frisando, por outro lado, que os EUA podem tornar-se, nos próximos anos, no maior investidor singular em Moçambique.

“São investimentos transformacionais da estrutura da economia moçambicana, fazendo uma viragem acentuadamente positiva na história de Moçambique e nas suas relações com os EUA”, afirmou.

Sobre o evento, Nyusi disse ser o maior fórum de negócios entre EUA e África, porque a diversidade das empresas que compõe esta plataforma oferece inúmeras opções para uma cooperação económica e empresarial.

Disse ainda que se trata de um evento promotora de um desenvolvimento integrado, endógeno e sustentável, sobretudo para as economias africanas emergentes. “Por isso, vimos aos EUA acompanhados por uma missão empresarial de Moçambique”.

Com a participação de Moçambique ao seu mais alto nível, segundo o Presidente “queremos consolidar a nossa posição como destino seguro e estratégico de investimento estrangeiro na Africa Austral. Queremos também reafirmar o papel dos EUA como parceiro estratégico no desenvolvimento de Moçambique”, anotou.

Presidente da República acredita embaixadores

Maputo, 23 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, procedeu, hoje, à acreditação de embaixadores da Tunísia, Irão e Sri Lanka, e recebeu Cartas Credenciais dos embaixadores do Japão e da Tanzania, numa cerimónia que decorreu no seu Gabinete de Trabalho.

Trata-se dos embaixadores Narjes Dridi, da Tunísia; Mohsen Ghomi, do Irão; Weerawardena Dharmasena, Alto-comissário do Sri Lanka; Toshio Ikeda, embaixador do Japão, e Rajab Luhwavi, Alto-comissário da Tanzânia.

Em declarações à imprensa, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação moçambicano, Oldemiro Baloi, considerou como sendo desafio dos três novos embaixadores tentar dar expressão à palavra cooperação no domínio económico e social, tendo considerado igualmente haver espaço do lado moçambicano para o efeito.

“A vontade política de dar o salto foi claramente expressa pelos três embaixadores, e da nossa parte a disponibilidade é total. Portanto, estão criadas as condições mínimas para que, de facto, o objectivo de trazer a palavra cooperação para a realidade se concretize”, disse.

A Tunísia tem potencial para cooperação nas áreas do turismo e educação. O Irão tem potencialidades na área dos recursos minerais e energia, quer no domínio do gás, quer no do petróleo, e é considerado uma potência neste domínio. Já cooperou com Moçambique e inclusive já teve uma embaixada, tendo-a encerrado nos anos 90. E' perspectiva, neste momento, a reabertura dessa embaixada, enquanto se vai olhando na possibilidade de explorar outras oportunidades.

O Sri Lanka tem potencialidades no domínio da educação, com um sistema considerado excelente. “E, também, são muito bons no processamento de produtos como tabaco e o chá, que são os produtos de exportação de Moçambique, e, sobretudo, no acabamento de produtos para a exportação, de modo a torná-los competitivos”, disse Baloi.

Em relação ao Japão, Baloi considerou este país como um dos principais parceiros de Moçambique, com um nível de relacionamento muito bom, quer no domínio político-diplomático, quer no domínio económico e social. O Japão tem programas de investimento em vários domínios, entre os quais agricultura, infraestruturas, transportes e comunicações, recursos minerais e desenvolvimento do capital humano.

“É um parceiro sólido, sempre do nosso lado, e, quando surgem situações que carecem de intervenções de natureza humanitária, o Japão tem estado bem presente. Portanto, é a renovação da equipa para uma cooperação sempre em crescendo”, considerou.

Para o chefe da diplomacia moçambicana, falar da Tanzânia, país vizinho, é falar da história pré e pós independência de Moçambique. Disse serem dois países companheiros da mesma trincheira, partilhando várias posições perante o resto do mundo.

“São dois países irmãos, com cooperação praticamente em todas as áreas do funcionamento dos dois Estados. É a renovação da equipa entre dois países com relações do mais alto nível que se possa imaginar”, sublinhou.

Presidente da República efectua Visita Oficial a Cuba

MAPUTO, 13 DE JUNHO DE 2017O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, efectua, de 15 a 18 de Junho  de 2017, uma visita oficial à República de Cuba, a convite do seu homólogo cubano, Raúl Castro Ruz.

A visita à Cuba enquadra-se no fortalecimento e aprofundamento das relações de amizade, irmandade, solidariedade e cooperação existentes entre os dois povos e Governos.

Em Cuba, o Presidente Nyusi vai manter conversações oficiais com o Presidente Raúl Castro Ruz, encontro com a comunidade moçambicana residente em Havana; proceder à deposição de uma Coroa de Flores na Praça da Revolução em homenagem ao Herói Nacional José Marti, e visitar empreendimentos de interesse económico e social.

Leia na íntegra o Comunicado de Imprensa

Presidente da República endereça mensagem de condolência pela tragédia de Pedrógão (Portugal)

Maputo, 21 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, dirigiu uma mensagem de condolências ao seu homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, em solidariedade às vítimas do incêndio de Pedrógão.

Na sua mensagem, o Chefe do Estado mostra a comoção que tomou conta do povo moçambicano ao saber que o incêndio, cujos indícios apontam para uma causa natural, num contexto atípico de mudanças meteorológicas naquela região.

“Foi com sentimento de choque e profunda consternação que tomámos conhecimento da tragédia provocada pelo violento incêndio que deflagrou na tarde do dia 17 de Junho de 2017, numa zona florestal de Pedrógão Grande, alastrando-se pelos municípios circunvizinhos, no Distrito de Leiria, causando dezenas de vítimas mortais, um elevado número de internamentos, assim como avultados danos materiais, deixando ao relento mais de uma centena de famílias”, diz ainda a mensagem do estadista moçambicano.

Leia na íntegra a mensagem do Chefe de Estado

Presidente da República reúne com USAID

Washington, 13 de Junho de 2017 – O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, reuniu-se com o Conselheiro para o Desenvolvimento Internacional na USAID, Thomas Staal, com quem discutiu uma série de questões, com destaque para o progresso da cooperação na saúde pública, agricultura, educação, combate ao tráfico de animais e melhoria do ambiente empresarial em Moçambique.

O Chefe do Estado também abordou o estágio de implementação do acordo bilateral de cooperação econômica e técnica na área da Sociedade Civil. Durante o encontro houve concordância sobre os avanços alcançados no sector da saúde, e da necessidade de continuação dos esforços para controlar a epidemia de HIV.

Durante a reunião houve a reafirmação da parceria duradoura entre os Estados Unidos e Moçambique, assim como da continuação com a forte cooperação existente.

Por sua vez, o conselheiro Staal destacou a parceria de longa data da USAID com o Governo de Moçambique e ressaltou o compromisso dos EUA com a assistência global em saúde e humanitária, tendo agradecido ao Presidente Nyusi pela abertura que tem mostrado, principalmente na forte parceria que aquela organização americana tem com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.